Coruja Negra — Quem é?

Atualizado: 17 de fev.


Tudo Começa em uma Taverna…

Não sendo diferente, o personagem “Coruja Negra” surgiu a partir de uma mesa de D&D 4e, que durou 4 anos de jogos semanais de 12 horas, no mundo criado e conduzido pelo mestre Will Donel, que levou um grupo de personagens do nível 1 ao 24. Essa figura criou raízes dentro do cenário dos Impérios Despedaçados, mais tarde transformando em um símbolo de uma comunidade de tradução. Conheça o Coruja Negra, como Personagem de RPG, conteúdo escrito há anos pelo Mestre Will Donel.


Faren “Coruja Negra” Ravirar

Faren Ravirar é sem sombra de dúvidas o maior e mais famoso aprendiz de Ágatha Slarmthal. O homem por trás da lenda do Coruja Negra não é mais lembrado por seu nome de batismo há anos, mesmo os mais íntimos costumam chamar-lhe normalmente pelo primeiro nome da alcunha: O Coruja.

Faren começou a desaparecer assim que o Coruja começou a ganhar fama e notoriedade. Em um processo de alteração de identidade que levou anos. De toda forma Coruja jamais escondeu sua afeição a Ágatha e sua predileção por aquela que chama de Madrinha como sua principal mentora. A história de Faren desaparece quando, ainda jovem, parte de Kastoy em direção ao sul em busca do Tomo dos Sussurros. E Coruja Negra reaparece como membro da infame Lótus Negra em uma sucessão de eventos que mudou o mapa político do sul de Eion de maneira drástica. Coruja permaneceu em suas funções na Lótus Negra, a serviço de Atarlond, por alguns anos até assumir o cargo de Mago Real do reino após a morte de seu antecessor Mytra.

Como Mago Real desenvolveu uma série de experimentos e relatos de suas viagens em outros planos, pioneiro no ingresso de regiões completamente hostis a vida de Manzil e relatando em primeira mão muitos dos traços de Yathahium, Bahar e Ghamud. Também escreveu diversos tratados sobre cuidados, protocolos de segurança, ritos de proteção e mapas sobre esses planos. Envolveu-se no curto conflito com a Imperatriz Dragoa, que culminou no desmantelamento da Lótus Negra, e no retorno do Faraó a Tebas. Deixou em Atarlond uma aprendiz em seu cargo e se desvencilhou de todas as suas obrigações para retornar a Kastoy aonde permanece a serviço da igreja de Cyx, da comunidade de Kastoy e no auxilio de sua Madrinha.

Homem reservado, normalmente desinteressado e envolto em mistério, Coruja Negra possui o rosto de uma coruja de fato, veste-se de cinza, e mantém distância de contato físico. Alerta constantemente sobre a aproximação de si e recomenda que tenham distância, o próprio ar ao redor dele parece ser carregado de alguma forma de energia. Todo seu corpo é envolto, e nunca revela sua pele. Seu nome de batismo desapareceu de quase todos os registros possíveis de serem encontrados, apenas seus velhos companheiros e sua Madrinha sabem que ele é Faren Ravirar.

Costuma ser solicito a abordagens e pedidos de ajuda, mas dispende pouquíssimo tempo, encerrando conversas depois de um ou dois minutos deixando um conselho ou sugestão breve. Possui uma vasta gama de conhecimento e tende a aceitar a negociação por livros raros ou informações preciosas, permitindo acesso a sua biblioteca exclusiva. Na maioria das vezes, ele sequer é encontrado. Salvo agendamentos específicos e pontuais, Coruja Negra permanece inalcançável mesmo por magia durante seus constantes momentos de isolamento.

Para todos os efeitos, ele responde como representante em Eion da igreja de Cyx. Mesmo que não seja investido como sumo-sacerdote ou possua votos clericais associados ao Caolho, a igreja do Deus das Passagens costuma se aconselhar com Coruja e seguir suas indicações sobre questões mais terrenas: a proximidade de Coruja Negra com Cyx é bastante evidente, contatos com o deus normalmente resultam na confirmação da informação.

A quantidade de responsabilidades e tarefas o tornam um personagem ativo o tempo todo, e incansável. Seu desinteresse é espantado, além de informações preciosas, quando alguma ameaça às proporções de uma calamidade se manifesta. Nesses casos ele assume um manto muito parecido com de sua Madrinha, de quem herdou muitos dos talentos: reúne e guia outros indivíduos talentosos para resolver a situação, e então desaparece.

Dominando a magia de portais e movimentação entre planos, Coruja Negra é visto agindo em qualquer lugar de Eion. Talvez nem todas as testemunhas reconheçam seu nome ou história, mas todas sabem o agouro que é a chegada de um sábio com o rosto de uma coruja.


Toca do Coruja

Após anos no exterior, a serviço de Atarlond especificamente, o mais notório dos aprendizes da Arquimagista retornou à Myrad e se assentou na capital onde dedica seu tempo integralmente a múltiplos ofícios.

Um dos maiores Pioneiros Planares, Coruja Negra encontrou diversos caminhos entre os planos, ditou as regras mais avançadas para conexões de portais e lugares, e atualmente encabeça uma pequena igreja de Cyx que vigia as práticas de Myrad.

A Toca do Coruja, batizado como um pequeno carinho de Ágatha a seu pupilo, faz as vezes de templo de Cyx e escritório do Coruja Negra. O mago recebe praticantes e estudiosos dos Planos, e também oferece aconselhamento a viajantes, mercenários e membros da Trindade Arcana que tenham interesse em alguma viagem planar. Normalmente o tempo de Coruja é escasso, ele mesmo demonstra pouco interesse em reuniões e ocasiões sociais, e é empregado apenas quando despertam sua atenção com alguma incursão inovadora ou criativa, ou que lhe tragam ofertas que envolvam o aumento de conhecimento.

A prática fez com que em apenas um ano de funcionamento o Ninho se tornasse também uma das maiores bibliotecas particulares de Myrad, cujo acesso restrito é luxo que poucos conseguem.

 

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